OBRIGADO PELA VISITA!

FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO!

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

187 ANOS DO NASCIMENTO DE BEZERRA DE MENEZES

Osvaldo Ourives
bezerra

A  mensagem  mediúnica  “O  Futuro do Espiritismo”, publicada  na  2ª Parte do livro Obras Póstumas, de Allan Kardec, afirma no seu início:
“O Espiritismo foi chamado a desempenhar imenso papel na Terra”.

Na resposta à Questão 627, de “O Livro dos Espíritos”, também de Kardec, os Espíritos Superiores registram:
“Estamos incumbidos de preparar o reino do bem que Jesus anunciou”.

O Espiritismo, fruto do trabalho inefável da Espiritualidade Superior, com o apoio indispensável dos encarnados, veio resgatar as lições e a ética do Cristo das ruínas em que foram sepultadas pelas conveniências e paixões humanas, disponibilizando aos seus interessados os recursos necessários à regeneração da humanidade terrestre.

terça-feira, 10 de abril de 2018

EM DEFESA DE DIVALDO FRANCO

EM DEFESA DE DIVALDO FRANCO
Por Jefferson Rodrigues Bellomo
EM 16 FEV 2018

EM 18 FEV 2018



O Livro dos Espíritos: 161 anos iluminando consciências!

O Livro dos Espíritos: 161 anos iluminando consciências!

O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, foi publicado em 18 de abril de 1857, em Paris, França, e com ele e as obras que o sucedem, do mesmo autor, surge na Terra o Espiritismo, o Consolador prometido por Jesus há 2000 anos.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

OS FESTEJOS NATALINOS

Já muito se falou sobre o Natal. E tão cedo não se esgotará o assunto. Alguns analistas, numa ótica algo pessimista, vêem apenas o apelo comercial, forte e crescente, que envolve as festas, e a preocupação dominante em boa parte dos cristãos com os comes e bebes.
Numa linha de raciocínio um tanto extremada, há até quem acrescente que tais comemorações seriam importantes quando se evitasse tais práticas profanas e houvesse somente profunda reflexão sobre a “boa nova” anunciada por Jesus Cristo, e que esta persistisse por todos os meses do ano.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

NASCIMENTO DE ALLAN KARDEC: 03 DE OUTUBRO DE 1804

O dia 03 de outubro é profundamente relevante para os espíritas. Nesta mesma data, no ano de 1804, em Lyon, França, às 19 horas, nasceu aquele que, 51 anos depois, começaria a receber dos Espíritos Superiores o conjunto dos ensinamentos que compõem o Espiritismo, para organizá-los e dar-lhes publicidade na forma de livros.

Referimo-nos a Hippolyte Léon Denizard Rivail que, de forma magistral e intimorata, dando o melhor de si, aplicando os seus grandiosos e reconhecidos recursos morais e intelectuais, cumpriu com fidelidade a abençoada missão de disponibilizar aos contemporâneos e à posteridade a abençoada, eminentemente esclarecedora e consoladora Doutrina Espírita, sob o pseudônimo de Allan Kardec.

Com essa majestosa tarefa Hippolyte Rivail foi valiosíssimo agente superior que permitiu fosse cumprida uma promessa do Cristo de dois mil anos atrás. O Cristo prometera (JO 14:15 a 17 e 26) que o Pai Celeste, por solicitação sua, enviaria outro Consolador para ensinar todas as coisas e fazer lembrar o que Ele havia ensinado.

A humanidade, daquela parte até o século XIX, evoluiu, conquistando o ensejo de receber aqueles ensinamentos que Jesus não pode transmitir e, no mesmo período, também, os ensinamentos crísticos originais foram deturpados, perdendo sua força libertadora junto à humanidade. Basta se veja que a instrução cristã de que a conquista da vida eterna depende necessariamente da prática pura e incondicional da caridade (Lc 10:25 a 37) foi substituída pelo culto externo, pela “salvação” adquirida a peso de ouro e de moedas.

Não é preciso ser muito inteligente para ter tal percepção, a não ser que se queira tapar o sol com uma peneira. A História Geral é rica de informações sobre o que escrevemos. Quem pode a esta altura negar a venda de indulgências? Ou os morticínios em nome de Deus perpetrados pelos inquisidores? Ou as vultosas cobranças pecuniárias em troca dos benefícios celestes nos templos ditos de oração e louvor?

domingo, 5 de julho de 2015

QUANDO...

Rubens C. Romanelli

Filho meu!

QUANDO, nas horas de íntimo desgosto, o desalento te invadir a alma e as lágrimas te aflorarem aos olhos, busca-me: eu sou aquele que sabe sufocar-te o pranto e estancar-te as lágrimas;

QUANDO te julgares incompreendido dos que te circundam e vires que, em torno, a indiferença recrudesce, acerca-te de mim: eu sou a LUZ, sob cujos raios se aclaram a pureza de tuas intenções e a nobreza de teus sentimentos;