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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

OS FESTEJOS NATALINOS

Já muito se falou sobre o Natal. E tão cedo não se esgotará o assunto. Alguns analistas, numa ótica algo pessimista, vêem apenas o apelo comercial, forte e crescente, que envolve as festas, e a preocupação dominante em boa parte dos cristãos com os comes e bebes.
Numa linha de raciocínio um tanto extremada, há até quem acrescente que tais comemorações seriam importantes quando se evitasse tais práticas profanas e houvesse somente profunda reflexão sobre a “boa nova” anunciada por Jesus Cristo, e que esta persistisse por todos os meses do ano.
Não resta dúvida de que o ideal seria que todos, independentemente das mesas fartas ou vazias, da troca ou não de presentes no Natal, examinassem seriamente as lições morais do Cristo, enfatizando a necessidade da sua prática diária na vida de relação. Porém, levando em conta o atual estágio evolutivo humano, é bastante louvável a posição moderada daqueles que, apesar do reconhecimento dos equívocos que permeiam esses festejos, enxergam neles muitos aspectos positivos. Entre estes, destaca-se aquele de ser o Cristo lembrado, conhecido e divulgado, se não na sua real dimensão, pelo menos na sua condição de líder que se sacrificou para oferecer uma mensagem de libertação humana. É uma visão digna, mesmo porque, buscar destacar pontos positivos naquilo que é apreciado por muitos de forma negativa, é de feição cristã.
Realmente, nunca se falou tanto sobre o Cristo como se o faz nos tempos de hoje. A mídia, de um modo geral, vem dedicando razoável espaço para veicular densa matéria sobre Jesus. Fartas pesquisas arqueológicas feitas vêm sendo publicadas, aumentando nos céticos terrível decepção em conseqüência do fortalecimento da verdade, que cada vez mais se firma, de que o Sublime Nazareno, com sua contagiante mensagem, realmente existiu há 2.000 anos na longínqua Palestina.
É importante ressaltar que referências indiretas também são publicadas,  referendando o acerto do ensino de Jesus. Muitas pesquisas científicas estão aí confirmando que ódio, cólera, mau-humor e pessimismo são prejudiciais à saúde, podendo causar graves doenças, até a morte, em contraste com as atitudes de compreensão, solidariedade, perdão e otimismo, que, além de proporcionarem o bem-estar  físico  e  mental  das  pessoas, conferem-lhes uma maior longevidade e contribui decisivamente para o equilíbrio social. Estas e tantas outras atitudes positivas foram ensinadas pelo Cristo e sua prática é  fundamental para a implantação da sociedade espiritualizada a que Ele chamou de Reino dos Céus.
Da mesma forma que não se pode esconder, como consta dos Evangelhos, uma cidade edificada sobre um monte, também não se pode, de forma alguma, ignorar, de tão imensa e perceptível que é, a influência dos ensinamentos desse Excelso Revelador sobre os destinos da humanidade, apesar dos retrocessos e desacertos, frutos da incompreensão de muitos dos seus arautos e seguidores. Transcrevemos, a propósito, o seguinte trecho da pág. 168, da Revista Veja, de 15 dez 1999: 
“A moral e os costumes, a arte e a ciência, a política e até a economia, toda a bagagem cultural com que a humanidade entrará no próximo milênio foi tocada e, freqüentemente, moldada pelo cristianismo. Nenhum poeta ou o mais genial dos escritores conseguiu criar um personagem tão influente como esse aprendiz de carpinteiro...”.
Os erros, portanto, entranhados na prática e divulgação do Cristianismo não puderam sopear a extraordinária força moralizadora do Evangelho de Jesus, justamente porque nele estão diretrizes morais sintonizadas com a vontade divina, cujo objetivo é alavancar o progresso moral humano, que, no dizer dos Espíritos Superiores, o homem pode até entravar, mas jamais deter.
O homem, quando se permitir inspirar por Jesus, gradualmente atingirá níveis de progresso moral que ensejarão, de forma definitiva, a depuração dos ensinos cristãos e a destruição dos entraves, que têm prejudicado a sua legítima prática e compreensão, o que está inclusive previsto: “Toda a planta, que meu Pai Celestial não plantou, será arrancada” (Mt,15:13). Isso levará decisivamente à consolidação da regeneração planetária, sob o ponto de vista social e moral.
Temos, assim, que a festa natalina é importante porque inspira amor, perdão, ternura e solidariedade, e desperta nossa atenção para Jesus, que exemplificou esses sentimentos, constituindo-se no modelo de perfeição a que pode aspirar o homem, conforme ele mesmo ensinou: “Eu sou o caminho da verdade e da vida”.  (Reedição)       
Osvaldo Ourives

terça-feira, 29 de agosto de 2017

HOJE: 186 ANOS DO NASCIMENTO DE DR. BEZERRA DE MENEZES

HOJE: 186 ANOS DO NASCIMENTO DE DR. BEZERRA DE MENEZES
                    
A mensagem mediúnica “O Futuro do Espiritismo”, publicada na 2ª Parte do livro Obras Póstumas, de Allan Kardec, afirma no seu início: “O Espiritismo foi chamado a desempenhar imenso papel na Terra”.

Na resposta à Questão 627, de “O Livro dos Espíritos”, também de Kardec, os Espíritos Superiores registram: “Estamos incumbidos de preparar o reino do bem que Jesus anunciou”.

O Espiritismo, fruto do trabalho inefável da Espiritualidade Superior com o apoio indispensável dos encarnados, veio resgatar as lições e a ética do Cristo das ruínas em que foram sepultadas pelas conveniências e paixões humanas, disponibilizando aos seus interessados os recursos necessários à regeneração da humanidade terrestre.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

O Livro dos Espíritos: 160 anos iluminando consciências!

O Livro dos Espíritos: 160 anos iluminando consciências!

O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, foi publicado em 18 de abril de 1857, em Paris, França, e com ele e as obras que o sucedem, do mesmo autor, surge na Terra o Espiritismo, o Consolador prometido por Jesus há 2000 anos.

Em artigo publicado no Courrier de Paris sobre esse livro, o Sr. G. du Chalard diz, entre várias outras coisas:

“O Livro dos Espíritos do senhor Allan Kardec é uma página nova do grande livro do Infinito, e estamos persuadidos de que se colocará um marcador nessa página. Ficaríamos desolados se cressem que fazemos, aqui, um reclamo bibliográfico; se pudéssemos supor que assim fora, quebraríamos nossa pena imediatamente. Não conhecemos, de modo algum, o autor, mas, confessamos francamente que ficaríamos felizes em conhecê-lo. Aquele que escreveu a introdução, colocado no cabeçalho de O Livro dos Espíritos, deve ter a alma aberta a todos os nobres sentimentos.
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A todos os deserdados da Terra, a todos aqueles que caminham ou que caem, molhando com suas lágrimas a poeira do caminho, diremos: lede O Livro dos Espíritos, isso vos tornará mais fortes. Aos felizes, também, aqueles que não encontram, em seu caminho, senão aclamações da multidão ou os sorrisos da fortuna, diremos: Estudai-o, ele vos tornará melhores”.

Sublime e profunda verdade exposta pelo Sr. G. du Charlard. A citada obra vem, há 157 anos, iluminando consciências, em especial daqueles que não se satisfazem com os conceitos emitidos pela fé cega, em grande parte contrária aos pressupostos científicos.