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sexta-feira, 18 de abril de 2014

LIVRO DOS ESPÍRITOS - 157 ANOS

LIVRO DOS ESPÍRITOS - 157 ANOS 
Osvaldo Ourives

A 1ª edição de “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, foi lançada em 18 de abril de 1857,  num sábado  de primavera, pelo E. Dentu, Palais Royal, Galérie D’orléans, 13, PARIS, França.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

1ª Mostra de Filmes Espíritas na Universidade de Londres

O Clube de Filmes Lusófonos do Departamento de Estudos Ibéricos e Latino Americanos da Universidade de Londres promoverá a 1ª Mostra de Filmes Espíritas / Espiritualistas Lusófonos (1st Lusophonic Spiritist / Spiritualist Film Festival) no período de 21 a 25 Fevereiro, tendo a seguinte equipe constituída: Organizadora - Prof. Else R. P. Vieira; Diretora: Elsa Rossi; Curador: Oceano Vieira de Melo e Paulo Rufino. Tem o apoio da Roundtable Editora, Conselho Espírita Internacional e Film Spirite Versátil.
Serão apresentados os DVDs: Allan Kardec, o Educador; Nosso Lar; As Cartas Psicografadas por Chico Xavier; Bezerra de Menezes: Diário de um Espírito; Divaldo Franco – Humanista e Médium Espírita; As Mães de Chico; A Grande Síntese de Pietro Ubaldi; O Filme dos Espíritos; Eurípedes Barsanulfo: Educador e Médium; Chico Xavier.

quinta-feira, 11 de março de 2010

O Livro dos Espíritos: 154 Anos!

A 1ª edição de “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, foi publicada em 18 de abril de 1857, num sábado da primavera, pelo E. Dentu, Palais Royal, Galérie D’orléans, 13, PARIS, França.



Com o advento do referido livro, o nosso  Planeta viu despontar o Espiritismo ou Doutrina  Espírita, como é, também, chamado, o qual, vem, há 154 anos, lançando luzes à consciência daqueles que não se satisfazem com os conceitos emitidos pela fé cega, pelo dogmatismo. 
Fundamentando-se em princípios consistentes, lógicos, o Espiritismo encara a razão frente a frente sem os laivos do temor, porque propõe aos seus adeptos uma fé raciocinada, sem imposição, que, para ser  aceita, deve  ser  examinada com liberdade, compreendida  e  submetida  ao  crivo  da  razão, inegavelmente  uma   das  mais importantes   faculdades  do  ser humano.


Desde o seu início, a Doutrina Espírita vem sustentando que Fé  e  Ciência  devem  andar juntas, a fim de que ambas possam nos oferecer uma cosmovisão mais justa: a Ciência revelando leis do mundo físico, e a fé raciocinada revelando as leis do mundo espiritual.


Abrir mão do livre exame, da razão, da curiosidade que leva à pesquisa e das conquistas da Ciência, para a aceitação cega de colocações absurdas e equivocadas, e até já negadas, contraditadas  repetidas vezes pelos rigorosos processos da pesquisa  científica,  é abdicar-se  da  própria liberdade, do ensejo de aprender,  de  interagir muito  melhor  com  os seus  semelhantes, que são, às  vezes, discriminados só porque  não compartilham certas crenças. 


O Espiritismo, tendo  por regra o apreço por todas as crenças, está disponível ao livre exame. Afirmar ser ele isso ou aquilo sem conhecê-lo, é demonstrar flagrante ignorância ou má-fé!
Osvaldo Ourives



terça-feira, 9 de março de 2010

Livro dos Espíritos: 18 de Abril de 1857

“O COURRIER DE  PARIS, DE  JUNHO 1857 CONTINHA, SOBRE
ESSE LIVRO (O LIVRO DOS ESPÍRITOS, DE 18 DE ABRIL), O ARTIGO SEGUINTE:

A DOUTRINA ESPÍRITA

O editor Dentu vem de publicar, há pouco tempo, uma obra muito notável; queríamos dizer muito curiosa, mas, há dessas coisas que repelem toda qualificação banal.
O Livro dos Espíritos, do senhor Allan Kardec, é uma página nova do grande livro do Infinito, e estamos persuadidos de que se colocará um marcador nessa página. Ficaríamos desolados se cressem que fazemos, aqui, um reclamo bibliográfico; se pudéssemos supor que assim fora, quebraríamos nossa pena imediatamente. Não conhecemos, de modo algum, o autor, mas, confessamos francamente que ficaríamos felizes em conhecê-lo. Aquele que escreveu a introdução, colocado no cabeçalho de O Livro dos Espíritos, deve ter a alma aberta a todos os nobres sentimentos.
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A todos os deserdados da Terra, a todos aqueles que caminham ou que caem, molhando com suas lágrimas a poeira do caminho, diremos: lede O Livro dos Espíritos, isso vos tornará mais fortes. Aos felizes, também, aqueles que não encontram, em seu caminho, senão aclamações da multidão ou os sorrisos da fortuna, diremos: Estudai-o, ele vos tornará melhores.

O corpo da obra, diz o senhor Allan Kardec, deve ser reivindicado, inteiramente, pelos Espíritos que o ditaram. Está admiravelmente classificado por perguntas e por respostas:

Estas últimas são, algumas vezes, verdadeiramente sublimes, isso não nos surpreende. Mas não foi preciso um grande mérito a quem soube provocá-las?
Desafiamos os mais incrédulos a rirem lendo esse livro, no silêncio e na solidão. Todo o mundo honrará o homem que lhe escreveu o prefácio.
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Lendo as admiráveis respostas dos Espíritos, na obra do senhor Kardec, nos dissemos que haveria aí um belo livro para se escrever. Bem cedo reconhecemos que estávamos enganados: o livro está todo feito. Não poderíamos senão estragá-lo, procurando completá-lo.
Sois homem de estudo, e possuis a boa-fé que não pede senão para se instruir? Lede o livro primeiro sobre a Doutrina Espírita.

Estais colocado na classe das pessoas que não se ocupam senão de si mesmas, fazem, como se diz, seus pequenos negócios tranqüilamente, e não vêem nada ao redor de seus interesses? Lede as Leis morais.

A infelicidade vos persegue encarniçadamente, e a dúvida vos cerca, às vezes, com seu abraço glacial? Estudai o livro terceiro: Esperanças e Consolações.

Todos vós, que tendes nobres pensamentos no coração, que credes no bem, lede o livro inteiro.

Se se encontrar alguém que ache, no seu interior, matéria de gracejo, nós o lamentaremos sinceramente.                 G. du Chalard”.
(Extraído da Revista Espírita, nº  01, de janeiro de 1858)